Dia dos pais

Todo segundo domingo do mês de Agosto é comemorado no Brasil o Dia dos Pais.

Diante desse dia, primeiramente, gostaria de parabenizar a todos os pais, em especial ao meu!

Dia de relembrar, também, daqueles que não estão mais entre nós, mas que deixaram suas marcas de caráter, de princípios e de amor. Fica também a saudade!

Pais… grandes pais!

Gratidão a todos aqueles pais que realmente agem como tal! Continuem firmes na caminhada, ajudando sempre que puderem na instrução e na parceria com seus filhos! Eles se espelham em você! Assumam diariamente esse desafio de vida.

Gratidão também a todas as mamães que também são papais. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2015, durante um período de 10 anos, o Brasil ganhou mais de 1 milhão de famílias de mãe solo, a típica mãe 2 em 1, que é mãe e que também é pai. São milhares de pessoas sem o nome dos pais no registro, retratando mais uma triste realidade de nosso país.

Veja essa reportagem da UOL intitulada “Vivemos uma epidemia social de abandono paterno”.

Abandono paterno acontece constantemente no Brasil e precisamos discutir e repensar tal questão. Indico para leitura outro link sobre abandono paterno.

No dia de ontem, pude perceber em minhas redes sociais, por exemplo, várias pessoas com os corações gratos ao seus pais. Mas também não tive como não notar a tristeza de alguns, às vezes, até o rancor, daqueles que não possuem a figura paterna em suas famílias (uns sem registro no papel, outros com, mas sem registro na vida).

Em muitos lares, as mães, os avós, os tios, os padrastos, dentre outros, buscam assumir esse papel e, por vezes, são muito bem sucedidos. Parabenizo-os também! Na data de ontem, vi também pessoas gratas a esses “substitutos”.

Deixo minha sugestão a você que não tem o pai presente, seja no papel, seja no dia-a-dia: perdoe-o e continue caminhando. Continue agradecido(a) a esses outros “pais” que a vida lhe proporcionou! Não é fácil, mas é para seu bem.

Feliz dia dos pais ao pai que é pai, ao pai que é mãe, ao pai que é padrasto, ao pai que são os avós, ao pai que é o quem cuida.

Homens… responsabilizem-se quanto às suas funções! Apesar da mulher gerar a criança, você também é o outro responsável. Se pai, assuma!

 

 

 

 

Brasil: O país do futebol? Só do futebol?

Qualquer brasileiro que vá ao exterior e/ou tenha contato com algum estrangeiro percebe que ao mencionar ser do Brasil, dentre diversas associações, é ser do “país do futebol”.

E, realmente, o futebol no Brasil tem grande destaque e isso é muito legal! Seleção masculina em busca do hexa… Seleção feminina já é hepta (apesar de não ser tão visada quanto à masculina, sem retirar méritos, mas isso prefiro questionar numa próxima! Rs… )!

Mas o Brasil, também, é o país de:

  • belezas naturais espetaculares (vale lembrar que estamos precisando cuidar melhor disso!);
  • clima tropical (super agradável);
  • pessoas receptivas (a maioria);
  • comida maravilhosa e diversificada (de Norte a Sul, Leste a Oeste!) e ainda o famoso “arroz com feijão” de cada dia!
  • culturas, costumes, tribos diferentes;
  • festas! Ooô povo festivo! Carnaval, por exemplo.
  • pessoas persistentes.

E por aí vai!

Mas e então agora eu te pergunto.

Nós brasileiros valorizamos as coisas boas que temos?

Ou nos apegamos em dar ênfase aos acontecimentos ruins?

Seria “justo”, – talvez outra palavra se encaixaria melhor aqui! – “benéfico” com nós mesmos seguir apenas com uma visão negativa?

E se a realidade negativa ainda é muito superior, por que chegamos a este ponto? Temos “culpa”?

 

Te convido a pensar, refletir, comentar, argumentar sobre a nossa, a sua visão à respeito do Brasil, não a visão dos estrangeiros, porque essa deixarei para uma próxima, combinado?!